Vendas na PB crescem 5,4% e tem 2ª maior alta do país
17 de maio de 2023
Redação

O volume de vendas do comércio varejista na Paraíba registrou a 2ª maior alta do país (5,4%) em março, frente a fevereiro, segundo a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada nesta
quarta-feira (17), pelo IBGE. A variação só foi menor que a constatada no Espírito Santo (5,7%) e ficou acima da identificada na média brasileira (0,8%).

No mesmo comparativo, a receita nominal de vendas do setor também apresentou o 2º maior crescimento (4,1%) entre todas as unidades da federação, atrás somente da verificada em
Alagoas (4,2%). O índice ficou acima da média do Brasil (2,5%).

Com isso, o comércio varejista paraibano encerrou o 1º trimestre deste ano com alta de 6,4%, no volume de vendas, e de 10,7%, na receita, em relação ao mesmo período de 2022. Ambos os
indicadores foram superiores aos observados na média nacional para o acumulado do ano, de 2,9% e 8,6%, respectivamente.

Já no acumulado de 12 meses, em comparação com o período anterior de 12 meses, o varejo no estado registrou as maiores altas do país, tanto no volume de vendas (16,2%), como na receita.

Varejo ampliado

No comércio varejista ampliado paraibano, houve avanço de 4,3%, tanto no volume de vendas, como na receita nominal, em março, diante dos resultados de fevereiro. Essas foram as maiores
variações do Nordeste e ficaram acima das médias do Brasil, que foram de 3,6%, para o primeiro indicador, e de 3,4%, para o segundo. O setor inclui as atividades de veículos, motos, partes e
peças, material de construção e as de atacado especializado em alimentos, bebidas e fumo.

Nos três primeiros meses deste ano, o volume de vendas no estado acumulou alta de 7,8%, enquanto a receita nominal apresentou crescimento de 13%, frente ao mesmo período de 2022.
Esses indicadores também foram superiores aos observados na média de todas as unidades da federação, de 3,3%, no índice de volume, e de 10,2%, no da receita.

O comércio varejista ampliado na Paraíba também apresentou os maiores crescimentos do país, no acumulado de 12 meses, em relação ao período anterior de 12 meses. Nesse comparativo, as
variações estaduais foram de 10,9%, no volume, e de 21,3%, na receita. Já na média brasileira houve recuo (-0,2%), no volume, e avanço de 11,3%, na receita.

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