Nem sempre empreender começa com um grande plano. Às vezes, surge como uma tentativa de recomeço, uma forma de ampliar a renda ou um desejo de ter mais liberdade de tempo. É nesse contexto que a venda direta também aparece como uma forma de transformar esforços diários em oportunidades de crescimento. Durante a Semana Global do Empreendedorismo, essas histórias mostram como o modelo fortalece comunidades e gera impactos reais.
De acordo com o Sebrae, aproximadamente 96,7 milhões de brasileiros dependem direta ou indiretamente dos pequenos negócios para sua fonte de renda, evidenciando a importância para a geração de renda e inclusão social. Os pequenos negócios, incluindo microempreendedores e profissionais autônomos, geraram uma renda anual estimada em R$ 717 bilhões em 2024.

A Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) acompanha de perto esse movimento. Com cerca de 3 milhões de empreendedores em todo o Brasil, o modelo de baixo risco já é totalmente digital e conectado, consolidando o país na 7ª posição global e na liderança na América Latina. Redes sociais, lives e comunidades online ajudam empreendedores a desenvolver habilidades, ampliar oportunidades e conquistar autonomia.
“A venda direta é um catalisador de oportunidades. É um modelo democrático, que exige baixo investimento e oferece capacitação constante, permitindo que qualquer pessoa, de qualquer lugar do país, possa construir seu próprio negócio e mudar sua realidade. O fator digital hoje potencializa essa inclusão e expansão”, afirma Adriana Colloca, presidente da ABEVD.
Inclusão, autonomia e desenvolvimento
A história de empreendedores independentes exemplifica a força do modelo. Para João Eusebio de Barros, que atua com a Herbalife em Cáceres (MT), ao lado da esposa Cilene, o principal diferencial é o acesso e a colaboração. “É um negócio simples de fazer, que permite a qualquer pessoa – mesmo quem nunca empreendeu antes – desenvolvê-lo, além de exigir baixo investimento e oferecer baixo risco”, destaca João.
“A venda direta proporciona uma liberdade de tempo quando a gente mais precisa, seja para cuidar da família e dos filhos. Sem contar que os treinamentos que temos sobre o negócio nos desenvolvem e nos preparam para adversidades da vida, uma bagagem que eu não teria se continuasse em meus trabalhos anteriores”, relata Cilene.
O empenho do casal deu frutos de longo prazo. Cilene e João alcançaram marcos de sucesso em sua trajetória, como a realização do sonho da casa própria. “A venda direta me proporcionou realizar um sonho e viver experiências que antes eu não conseguiria. Também me proporciona viajar sem me preocupar com as despesas, além de poder estar com os meus filhos tanto nos momentos bons quanto difíceis”, comemora Cilene.
O impacto na vida pessoal e profissional é outro ponto central. Geane Cardoso, empreendedora da Amway em Atibaia (SP), transformou sua experiência como pedagoga em uma trajetória de sucesso na venda direta, unindo propósito e autonomia. “Vejo a venda direta como uma oportunidade democrática de inclusão (qualquer pessoa pode fazer – não importa sua idade, homens e mulheres de qualquer nível de escolaridade, crença ou etnia) e todos têm a mesma oportunidade de gerarem negócios com grande chance de expansão,” compartilha.
Compromisso e relevância do setor
Os resultados de empreendedores como Cilene, João e Geane atestam o papel da Venda Direta como um agente de transformação social e econômica no país. A Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas reitera que o modelo sempre foi uma solução robusta para milhões de brasileiros em busca de autonomia.
“Em um momento de celebração do espírito empreendedor, a Semana Global do Empreendedorismo sublinha a importância de modelos como a Venda Direta, fonte vital de inclusão e geração de renda”, finaliza Adriana Colloca.
SOBRE A ABEVD
Criada em 1980, a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) é uma entidade sem fins lucrativos que busca promover e desenvolver a venda direta no Brasil, bem como representar e apoiar empresas que comercializam produtos e serviços por meio do relacionamento dos empreendedores independentes com seus consumidores finais. Acesse: www.abevd.org.br. A venda direta é um sistema de comercialização de produtos ou serviços, por meio do relacionamento ou influência entre empreendedores independentes e seus clientes, de forma presencial e/ou digital, fora de um estabelecimento comercial fixo. A ABEVD também compõe a World Federation of Direct Selling Associations (WFDSA), organização que congrega as associações nacionais de vendas diretas existentes no mundo. E pelo 4º ano consecutivo, a ABEVD foi reconhecida com o Platinum Status, considerado como o mais alto nível e que atende todos os parâmetros de governança para uma associação. Atualmente, cerca de 3,5 milhões de empreendedores independentes atuam em diferentes categorias, como produtos de saúde, beleza, utilidades domésticas, vestuário, alimentos, joalheria, entre muitos outros. A ABEVD hoje conta com cerca de 50 associadas, como: Avon, Cacau Show, DeMillus, Herbalife, Hinode Group, Jequiti, Mahogany, Mary Kay, Natura, Tupperware, Yakult etc. Todas as empresas associadas à ABEVD passam por uma rígida análise em seu plano de negócio, oferecendo um maior nível de proteção ao consumidor e empreendedor independente. Confira as empresas associadas: www.abevd.org.brempresas-associadas/