Turismo do Nordeste cresce 38% 
17 de outubro de 2026
Redação

O Nordeste vem se destacando no turismo, a região recebeu mais de 350 mil passageiros entre janeiro e julho, um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, como mostra os dados da Embratur, analisados pelo Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (Etene), área de pesquisa do Banco do Nordeste (BNB). O desempenho também contrasta com o cenário nacional, que registrou queda média de 1,3% no mesmo intervalo.

Além disso, uma pesquisa da Embratur em parceria com a Polícia Federal e o Ministério do Turismo, mostra que a Paraíba está entre os dez estados brasileiros que registraram maior crescimento na entrada de turistas estrangeiros no primeiro quadrimestre de 2026. 

“O turismo é um dos setores que vêm contribuindo para movimentar a economia regional e, principalmente, da Paraíba. Estamos vendo esse impacto em vários setores, inclusive no setor de hotelaria”, pontua a diretora Comercial do Grupo Holanda, Evani Holanda. 

Com cinco décadas de atuação em João Pessoa, o Grupo Holanda investe em áreas consideradas estratégicas de desenvolvimento. Ao longo de sua trajetória, a empresa entregou mais de 20 empreendimentos em bairros como Tambaú, Cabo Branco, Miramar e Jardim Luna. Agora, com foco neste momento de expansão do turismo, o grupo amplia sua presença no setor de hotelaria. Com o Holanda Gold Hotel Praia de Tambaú em funcionamento, o grupo também está construindo mais duas unidades da mesma linha, uma no Bessa e outra no Polo Turístico de Cabo Branco. 

Evani afirma que para quem busca investir, o cenário representa uma oportunidade de acompanhar o aumento da demanda com investimentos em novos formatos de hospedagem. 

O modelo residencial hoteleiro, formato de administração adotado pelo Grupo Holanda, tem se consolidado como uma tendência que alia conforto, praticidade e rentabilidade. Evani explica que nesse modelo, os apartamentos funcionam como unidades de hospedagem, que podem ser adquiridas por investidores. O edifício possui toda a estrutura de hotel, com a gestão completa de locação e de operação hoteleira — da reserva à limpeza — a cargo da administradora do grupo. 

Diferente dos flats, cuja rentabilidade depende da ocupação da unidade, no modelo de residencial hoteleiro as despesas e lucros são divididos entre todos os proprietários, independentemente da presença de hóspedes, de acordo com o coeficiente de área e categoria de cada unidade.

“Quando um destino começa a receber mais visitantes, a demanda por hospedagem acompanha esse crescimento. Para o investidor, é importante olhar não apenas para o imóvel, mas para todo o ecossistema ao redor dele, desde a força do destino, a localização, o fluxo turístico e até a estrutura de gestão. É essa combinação que torna o investimento hoteleiro uma alternativa com potencial de geração de receita e valorização”, diz Evani.

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