Metro quadrado da construção na PB é 2ª mais caro do NE
12 de maio de 2023
Redação

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) chegou a 0,27% em abril, ficando 0,07 ponto percentual (p.p.) acima da taxa de março (0,20%). O custo médio do metro quadrado no Brasil foi de R$ 1.693,67 (com a desoneração da folha de pagamento) em abril de 2023. A variação do mês foi de 0,27% e no ano foi de 1,76%. Na região Nordeste o custo do metro quadro é de R$ 1.577,97, com variação de 0,52% nos últimos 30 dias e 1,12% ao ano.

A Paraíba tem custo médio de R$ 1.603,79,com variação de 0,14% e 0,77% ao ano. Foi o segundo custo mais alto da região, perdendo para a Bahia, com R$ 1.619, variando 0,66% no mês e 2,08% ao ano.

Sem a desoneração da folha, o custo do metro quadro no Brasil foi de R$ 1799,28, com 0,26% mensal e no ano 0,88%. No Nordeste, o metro quadrado na média R$ 1.671,54, com variação de 0,50% ao mês e 1,20% ao ano.

Sem a desoneração de folha, na Paraíba o preço médio de metro quadrado fica em R$ 1696,20, com variação mensal de 0,14% e anual de 0,64%. A Bahia continua com o metro quadrado mais caro, chegando a R$ 1719,20, mas os outros sete estados da região também passam dos R$ 1,6 mil por metro quadrado.

O custo nacional da construção, por metro quadrado, passou em abril para R$ 1.693,67, sendo R$ 1.006,82 relativos aos materiais e R$ 686,85 à mão de obra. Em março, havia fechado em R$ 1.689,13.

O acumulado nos últimos 12 meses foi para 8,05%, abaixo dos 9,06% registrados nos doze meses imediatamente anteriores. O índice de abril de 2022 foi 1,21%.

Em abril, a parcela dos materiais foi de 0,42%, subindo 0,35 p.p. em relação ao mês anterior (0,07%). Essa taxa representa aumento significativo frente a tendência de estabilidade nos índices, que vinha sendo observada desde outubro do ano passado. Considerando o índice de abril de 2022 (1,86%), houve queda de 1,44 p.p.

Já a mão de obra, com taxa de 0,05%, registrou queda de 0,35 p.p. em relação ao mês de março (0,40%). Com relação a abril de 2022, houve queda de 0,19 p.p. (0,24%).

De janeiro a abril, os acumulados foram: 0,56% (materiais) e 1,30% (mão de obra). Já os acumulados em 12 meses ficaram em 6,60% (materiais) e 10,21% (mão de obra), respectivamente.

Com alta na parcela dos materiais em sete dos seus nove estados e com aumento observado em Sergipe nas categorias profissionais, a região Nordeste ficou com a maior variação regional em abril (0,52%). As demais regiões apresentaram os seguintes resultados: 0,07% (Norte), 0,12% (Sudeste), 0,47% (Sul) e 0,03% (Centro-Oeste).

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