Em junho, vendas no varejo da PB varia -0,1%
17 de agosto de 2025
Redação

Em junho, frente a maio, o volume de vendas do comércio varejista da Paraíba recuou 0,1%, apresentando estabilidade após o recuo observado em maio (-0,6%), de acordo com os resultados da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada nesta quarta-feira (13) pelo IBGE. O desempenho estadual foi similar ao observado nacionalmente, onde o índice também caiu 0,1%. Apesar do recuo, o resultado paraibano foi melhor que o de 12 unidades da federação. Os piores indicadores foram os registrados nos estados de Tocantins (-4,1%), Piauí (-3,2%) e Amapá (-2,6%), enquanto no Paraná (2,6%), em Roraima (2,2%) e em Santa Catarina (1,1%) foram registradas as maiores altas.

No acumulado dos últimos 12 meses, frente aos doze meses imediatamente anteriores, a Paraíba obteve o segundo maior índice do país para o volume de vendas no varejo, que avançou 9,9%, inferior apenas ao avanço registrado pelo varejo do Amapá (11%).  Além disso, o desempenho do varejo paraibano foi superior ao observado na média nacional, que cresceu 2,7% no mesmo período.

No comparativo com o mês de junho de 2024, o volume de vendas do comércio varejista da Paraíba registrou alta de 3,6%, resultado que, além de ter sido significativamente superior à média nacional (0,3%), ocupou a terceira melhor posição no ranking das unidades da federação, onde somente o Mato Grosso (4,6%) e Alagoas (4%) apresentaram melhor desempenho.

Considerando o acumulado do ano (janeiro a junho de 2025), o varejo paraibano cresceu 6,2% em volume de vendas, mais que o triplo do indicador nacional (1,8%) e o segundo melhor resultado do Brasil, similar ao de Santa Catarina (6,2%) e menor apenas do que o do Amapá (7,8%). Na extremidade oposta, com os menores índices, ficaram os estados de Roraima (-2,2%), Rio de Janeiro (-2,1%) e Tocantins (-1%).

Por sua vez, em junho de 2025, a receita nominal do comércio varejista paraibano apresentou as seguintes variações, todas positivas: 0,3% frente ao mês imediatamente anterior; 6,6% face a junho de 2024; 9,8% no acumulado do ano, em relação ao mesmo período de 2024; e 13% no acumulado em 12 meses, relativamente ao mesmo período do ano anterior.

Compartilhe: