Diferentes lentes mudam fotografia da cidade 
10 de outubro de 2026
Redação

Fotografar arquitetura com um smartphone vai além de fazer um prédio caber na tela. A escolha da lente, a distância em relação ao objeto, o enquadramento e a luz podem transformar completamente o registro de uma mesma construção. Na semana do Dia Mundial da Arquitetura, celebrado em 5 de outubro, a JOVI, marca exclusiva para o Brasil da vivo Mobile Communication Co., Ltd., destaca como diferentes câmeras da série X300 podem ser usadas para explorar fachadas, formas, perspectivas e detalhes das cidades. 

A proposta parte de um princípio simples: não existe uma única maneira de fotografar arquitetura. Enquanto uma câmera ultra grande-angular amplia o campo de visão e ajuda a registrar edifícios, interiores e espaços urbanos extensos, distâncias focais intermediárias favorecem enquadramentos mais próximos da percepção natural da cena. Já uma teleobjetiva permite isolar detalhes, geometrias, texturas e elementos arquitetônicos que muitas vezes passam despercebidos em um plano mais aberto. 

Enquadramento e luz fazem a diferença, não importa o equipamento, mas alguns cuidados ajudam a melhorar o clique. Antes de fotografar, vale observar as linhas verticais e horizontais da construção para evitar enquadramentos inclinados. Em cenas simétricas, pequenas mudanças de posição também podem alterar bastante o resultado. 

A luz é outro elemento importante. Em diferentes horários do dia, sombras podem destacar volumes e texturas ou mudar completamente a leitura de uma fachada. Dias nublados, por outro lado, geram uma iluminação mais uniforme, que pode favorecer detalhes de materiais e cores. A distância e até a presença de pessoas na foto podem fazer a diferença. 

“Nessa hora, vale experimentar mais de uma distância focal antes de definir o enquadramento. Em vez de depender apenas do zoom digital, podemos alternar entre as diferentes câmeras do smartphone para testar campos de visão distintos e decidir se a história da imagem está no conjunto da construção, na relação com o entorno ou em um pequeno detalhe”, ensina Douglas Issii, gerente sênior de produto da JOVI. “Incluir pessoas no quadro também traz movimento às imagens e funciona como referência de escala, ajudando a revelar as dimensões de edifícios e espaços urbanos”. 

Todos os recursos fotográficos na palma da mão 

Ao reunir diferentes câmeras e distâncias focais em um mesmo dispositivo, o Kit de Fotografia Profissional JOVI X300 Ultra e o X300 Fashion Edition ampliam as possibilidades para quem quer transformar caminhadas pela cidade em exercícios de fotografia — do edifício que domina a paisagem aos detalhes que só aparecem quando o olhar se aproxima. 

“A fotografia urbana é um exercício de observação. Um mesmo edifício pode gerar imagens completamente diferentes dependendo da distância, da lente escolhida e do que o fotógrafo decide incluir ou retirar do quadro. A tecnologia amplia essas possibilidades ao colocar diferentes distâncias focais no bolso do usuário e permitir que ele experimente novas maneiras de olhar para a cidade”, explica o executivo. 

Várias câmeras no mesmo smartphone 

No Kit para Fotografia Profissional JOVI X300 Ultra1, essa variedade é representada por um sistema de três câmeras ZEISS com distâncias focais distintas. A ultra grande-angular de 14 mm e 50 MP oferece um campo de visão mais amplo para cenas em que é necessário incluir uma área maior do ambiente. 

A câmera principal do aparelho, a ZEISS Documental de 35 mm e 200 MP, trabalha com uma distância focal tradicionalmente associada à fotografia documental e de rua. Em arquitetura, ela permite construir composições que equilibram o edifício com os elementos ao redor — pessoas, mobiliário urbano, árvores, trânsito e outros componentes que ajudam a contar a relação entre a construção e a cidade. 

Já a câmera ZEISS Telefoto APO de 85 mm e 200 MP, equipada com estabilização gimbal e zoom óptico de 3,7×2, permite fechar o enquadramento em elementos mais distantes. Ornamentos, janelas, estruturas, padrões geométricos e diferentes materiais de uma fachada podem ganhar protagonismo sem que seja necessário estar fisicamente próximo deles. 

A possibilidade de trabalhar com diferentes recortes também faz parte do JOVI X300 Fashion Edition. O modelo reúne câmera principal ZEISS de 50 MP, câmera ultra grande-angular de 8 MP e câmera ZEISS Super Telefoto de 50 MP, com zoom óptico de 3×2. A combinação permite alternar entre planos amplos, cenas do cotidiano e aproximações de detalhes durante um passeio pela cidade. 

Fotografia urbana transforma a cidade em cenário 

Os dois modelos também exploram a fotografia da cidade para além dos edifícios. O recurso Fotografia Urbana foi desenvolvido para situações espontâneas do cotidiano, em que pessoas, movimento, luz, arquitetura e acontecimentos inesperados passam a fazer parte da mesma composição. 

A fotografia urbana pode se beneficiar justamente da mudança rápida de enquadramentos. Uma cena ampla ajuda a contextualizar onde algo acontece; um enquadramento intermediário aproxima o olhar da ação; uma teleobjetiva permite destacar uma pessoa, uma forma ou um elemento distante sem eliminar completamente a relação com o ambiente. 

No JOVI X300 Fashion Edition, essa proposta está associada ainda ao conceito “Completo e Compacto”. O smartphone tem 7,99 mm de espessura, pesa 191 gramas e traz tela ZEISS Master Color de 6,31 polegadas, características pensadas para combinar recursos fotográficos com maior portabilidade no uso cotidiano. 

“Nem sempre a melhor foto de arquitetura é aquela que mostra o edifício inteiro. Muitas vezes, um reflexo no vidro, a repetição de janelas, uma pessoa passando diante de uma fachada ou a incidência da luz sobre um material contam uma história mais interessante. Ter diferentes câmeras disponíveis estimula justamente essa experimentação”, acrescenta Douglas

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