Dia Nacional da Felicidade é celebrado em 20 de março. Com isso, vale a pena refletir sobre os mecanismos naturais que ajudam a promover o bem-estar e a qualidade de vida. Os chamados “hormônios da felicidade” — endorfina, serotonina, dopamina e ocitocina — são substâncias químicas produzidas pelo corpo e essenciais para o equilíbrio emocional. Compreender como estimulá-los pode ser um grande aliado na busca por uma vida mais leve e positiva.
Segundo a professora do curso de Psicologia do UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau João Pessoa, Yara Maribondo, “nossos estados emocionais são fortemente influenciados por processos neuroquímicos. Práticas diárias, como exercícios físicos, interação social e momentos de lazer, ajudam a manter esses hormônios em níveis saudáveis, contribuindo para uma rotina mais equilibrada”.
As endorfinas aliviam a dor e proporcionam bem-estar, sendo estimuladas por atividades físicas, risadas e momentos emocionantes. A professora explica que, “essas práticas reduzem o estresse e melhoram a percepção da dor”.
No caso da serotonina, ela regula humor, sono e apetite, sendo estimulada pela exposição ao sol, alimentação equilibrada e gratidão. “Sua deficiência está ligada à ansiedade e depressão, mas pequenas mudanças podem ajudar”, alerta Yara.
Já a dopamina gera satisfação e motivação, sendo liberada ao atingir metas. A oxitocina, conhecida como hormônio do amor, fortalece as conexões sociais. “Momentos de celebrações, abraços, afeto e interações positivas estimulam a liberação desses hormônios”, enfatiza a professora.
Portanto, pequenas atitudes cotidianas têm um impacto significativo no bem-estar. Compreender o papel dos hormônios da felicidade e adotar práticas saudáveis pode ser um passo importante para uma vida mais equilibrada e feliz.