O som da sanfona, o estalar da fogueira e o colorido das bandeirolas ganharam um sotaque ainda mais artístico no São João deste ano. A Cachaça 51, uma das marcas mais tradicionais do país, anunciou o lançamento de uma campanha vibrante para as festividades juninas do Nordeste. O grande destaque da ação é a fusão entre a destilada e a arte popular brasileira, estampando em suas embalagens o trabalho do mestre da xilogravura J. Borges, falecido em 2024, mas eterno como patrimônio da nossa cultura.

A obra escolhida para ilustrar a edição comemorativa é a célebre “Forró da Meia-Noite”. Com seus traços fortes e estetica inconfundível, a gravura traduz a energia, a dança e a autenticidade que atravessam gerações nos quatro cantos do país durante o mês de junho.
Arte que se Bebe e se Coleciona
Para além das tradicionais garrafas, a marca desenvolveu um kit exclusivo voltado a celebrar a brasilidade e a tradição dos encontros juninos. O conjunto, de tiragem limitada, é um verdadeiro manifesto de respeito às origens nordestinas.
O kit é composto por:
Embalagem Temática: Duas latas colecionáveis de 350ml (Cachaça 51 Branca e Cachaça 51 Ouro) estampadas com a obra “Forró da Meia-Noite”.
Artesanato de Cerâmica: Um conjunto de produção artesanal contendo dois copos de shot e um prato decorativo.
Estojo de Madeira: Um exemplar exclusivo de madeira entalhada que serve como moldura para o kit.
“Mais do que um presente, este kit é um convite para vivenciar o São João com um profundo reconhecimento às nossas raízes”, destaca o conceito da campanha, reforçando o posicionamento da marca como a “Boa Ideia” que acompanha a identidade nacional.
O Legado de J. Borges no São João
A escolha de J. Borges para ilustrar a campanha não é por acaso. O artista pernambucano de Bezerros — cidade famosa por seus papangus e vizinha dos grandes polos juninos como Caruaru — dedicou a vida a eternizar o cotidiano, o folclore e as festas do Nordeste em blocos de madeira e papel.
Ao levar a xilogravura para as latas de 51 Branca e Ouro, a marca democratiza o acesso à arte popular, transformando itens de consumo em peças de coleção. A ativação reforça o papel do São João não apenas como um evento de entretenimento, mas como a maior vitrine da economia criativa e da memória cultural do Nordeste.