Apenas 27% das casas têm micro ou tablet
4 de agosto de 2025
Redação

Em 2024, apenas 27,3% dos domicílios da Paraíba possuíam microcomputador ou tablet, ficando estável em relação à 2023 (27%), mas em revelação ao início da série histórica, 2016 (37,7%), houve redução de 10,4 pontos percentuais (p.p.) no uso de um destes dispositivos no estado. O resultado para 2024 ficou abaixo da média nacional (40,5%) e a 7ª menor taxa dentre as unidades da Federação, à frente apenas de seis estados, sendo o Maranhão (20,3%) e o Piauí (24,6%) aqueles que detêm os menores índices.

Em 2024, a principal razão apontada pelos paraibanos para não utilizarem a internet foi a falta de conhecimento sobre como acessá-la: 63,4% das pessoas de 10 anos ou mais que não usaram a internet alegaram não saber utilizá-la. Esse percentual é superior aos observados nas médias nordestina (56,1%) e brasileira (45,6%). Em seguida, aparecem como motivos menos expressivos a falta de necessidade (14,6%) e o alto custo do serviço ou equipamento eletrônico (8,4%). Apesar de ainda relevantes, essas razões mostram menor impacto na Paraíba em comparação com o Brasil, onde os percentuais foram de 28,5% e 10,9%, respectivamente.

Um dado que chama atenção é que apenas 1,1% dos não usuários na Paraíba disseram que o serviço de internet não estava disponível nos locais que frequentam, revelando que a infraestrutura de acesso não é o principal entrave no estado. Já a preocupação com privacidade ou segurança, embora pouco citada, foi mais mencionada na Paraíba (4,6%) do que no Nordeste (3,1%) e na média nacional (3,8%).

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