Em 26 de agosto de 1976 C&A inaugurava primeira loja no Brasil, no Shopping Ibirapuera, em São Paulo. Hoje, 50 anos depois, a companhia apresenta ao mercado seu novo plano estratégico, o Full Power, que guiará o próximo ciclo de crescimento da companhia, de 2027 a 2030.
Aquela inauguração trouxe para o varejo de moda brasileiro o autosserviço, que deu a consumidora brasileira a liberdade de escolher a própria roupa e mudou a maneira como o país compra moda. O pioneirismo seguiu como marca da companhia nas décadas seguintes: em 1980 com a chegada de um dos primeiros cartões bandeirados do varejo brasileiro, até 2025 com a chegada da inteligência artificial ao aplicativo.
Hoje, a C&A é uma das principais marcas de moda do Brasil, recebendo cerca de 1 milhão de pessoas por dia, com mais de 341 lojas em 172 cidades, uma presença digital em plena expansão e mais de 15 mil colaboradores. A próxima inauguração da rede acontece amanhã (27), na Avenida Paulista, um dos principais pontos turísticos da cidade, e passa a integrar as mais de 50 lojas na capital paulista.

“A C&A tem muito orgulho de completar 50 anos no Brasil como uma das marcas mais lembradas e preferidas pela cliente brasileira. Essa preferência foi construída loja a loja, em cada estado desse país por uma companhia que se manteve perto e atenta as necessidades de quem compra. Esse é o nosso maior ativo e a base sobre a qual vamos construir os próximos anos”, destaca Paulo Correa, CEO da C&A.
No último ciclo estratégico, Energia, a C&A teve o maior crescimento entre as varejistas de moda listadas no país, aumentou a produtividade das lojas e ampliou a margem bruta de vestuário por vinte trimestres consecutivos. A satisfação da cliente avançou 13 pontos no NPS em todos os canais de compra.
O que vem pela frente
Até 2030, a companhia prevê de 60 a 80 novas lojas e de 100 a 120 reformas no modelo Loja Energia, com investimento anual entre 7% e 8% da receita líquida, acima da média histórica. A malha logística prevê um novo centro de distribuição em Pernambuco, ampliação do centro de Santa Catarina e hubs urbanos no Rio Grande do Sul e em Goiás.
No digital, a meta é levar as vendas omnicanal a 15% do total e triplicar a base de clientes que compra em mais de um canal, com inteligência artificial aplicada ao desenvolvimento de produto, ao sortimento e à precificação. A agenda de sustentabilidade segue ancorada em diversidade e circularidade, com atingimento das metas públicas assumidas pela companhia até o fim do ciclo.
“Estamos acelerando investimento em lojas, em logística, em tecnologia e nas pessoas que trabalham conosco, porque acreditamos no Brasil e na capacidade deste mercado”, finaliza Paulo.